Mesmo com a CPMI do Banco Master já tendo ultrapassado a marca mínima de assinaturas para ser instalada, parte da bancada do Pará segue fora da lista, alimentando críticas e desconfiança da população. Em um estado que convive historicamente com escândalos de corrupção e má gestão de recursos públicos, o silêncio de alguns parlamentares chama atenção — e incomoda.
Quem são os representantes do Pará que NÃO assinaram
No Senado:
- Beto Faro
- Jader Barbalho
Na Câmara dos Deputados:
- Airton Faleiro
- Andreia Siqueira
- Antônio Doido
- Celso Sabino
- Dilvanda Faro
- Dra. Alessandra Haber
- Elcione Barbalho
- Henderson Pinto
- José Priante
- Renilce Nicodemos
Enquanto outros estados avançam e pressionam por investigação, esses nomes do Pará preferiram não colocar a assinatura em um pedido que busca apurar possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master.
A pergunta é simples: por quê?
A CPMI não condena ninguém. Ela investiga. Quem é contra investigar, automaticamente levanta suspeita. A população quer transparência, não blindagem política.
O Pará já sofre demais com:
- obras inacabadas,
- desvios de recursos,
- serviços públicos precários,
- e políticos que somem quando o assunto é fiscalização.
Diante disso, recusar apoio a uma CPMI é, no mínimo, um recado ruim para o eleitor.
Enquanto isso, quem do Pará assinou?
Para registro, assinaram:
- Senador Zequinha Marinho
- Delegado Caveira
- Delegado Éder Mauro
- Joaquim Passarinho
- Júnior Ferrari
- Keniston Braga
- Olival Marques
- Raimundo Santos
Ou seja: dá pra assinar, sim. Falta vontade.
Pressão popular é o único caminho
A CPMI já tem número, mas cada assinatura conta politicamente. O eleitor paraense precisa cobrar, marcar, pressionar e lembrar disso em 2026.
👉 Quem não deve, não teme.
Quem teme, geralmente deve.
E o povo do Pará está de olho.




