Mesmo com o número mínimo de assinaturas já alcançado para a criação da CPMI do Banco Master, parte da bancada do Pará segue em silêncio. Levantamento atualizado até 02/01/2025 mostra que vários representantes paraenses ainda não assinaram o requerimento — um contraste direto com a gravidade do caso e com a pressão nacional por apuração.
Até agora, 213 assinaturas foram reunidas (183 deputados e 30 senadores). Ou seja: a CPMI pode sair do papel. O problema é político. Quanto mais assinaturas, mais força a comissão ganha — e o Pará, mais uma vez, corre o risco de ficar mal representado.
Quem ainda não assinou
- Airton Faleiro
- Andreia Siqueira
- Antônio Doido
- Celso Sabino
- Dilvanda Faro
- Dra. Alessandra Haber
- Elcione Barbalho
- Henderson Pinto
- José Priante
- Júnior Ferrari
- Keniston Braga
- Olival Marques
- Renilce Nicodemos
Quem assinou
- Delegado Caveira
- Delegado Éder Mauro
- Joaquim Passarinho
- Raimundo Santos
Recesso não é desculpa
É verdade que os deputados podem assinar após o recesso, mas isso não muda o fato central: quem ainda não assinou escolheu não se posicionar até agora. Em um escândalo financeiro de repercussão nacional, a omissão pesa — e pesa muito.
O recado é direto
A CPMI não é favor político. É dever institucional. Quem foge da assinatura foge da investigação. O eleitor paraense está vendo, anotando e cobrando. Pressão pública funciona — e precisa continuar até que todos assumam posição.
Transparência não espera. O Pará também não.



