Uma agente de trânsito identificada como Luciene foi presa em flagrante após tentar vender, em um aplicativo de compras online, uma motocicleta apreendida durante uma blitz de fiscalização no município. O caso, que ocorreu em Parauapebas, chocou a população e gerou ampla repercussão nas redes sociais.
De acordo com informações divulgadas, o verdadeiro dono do veículo, que tentava regularizar a situação da moto, não a encontrou no pátio da Secretaria responsável. Dias depois, ao navegar pelo Marketplace do Facebook, ele se deparou com um anúncio idêntico à sua motocicleta. Fingindo interesse na compra, o proprietário acionou a polícia, que realizou o flagrante no momento da negociação.
A servidora foi detida e deverá responder por peculato (crime de apropriação de bem público por servidor) e receptação. A polícia investiga se outros servidores públicos estariam envolvidos no esquema de revenda de veículos apreendidos.
As autoridades municipais e estaduais já confirmaram que o caso terá desdobramentos investigativos. A prisão ganhou grande repercussão nas redes sociais, provocando indignação e cobranças por punição exemplar por parte dos moradores, que exigem transparência e rigor na apuração.
“É revoltante ver uma servidora que deveria fiscalizar a lei se aproveitando da função para cometer crime”, comentou um internauta indignado.
O caso reforça a necessidade de fiscalização interna nos órgãos públicos e de punições exemplares para servidores que mancham a credibilidade das instituições municipais.
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